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A Copa do Mundo é um pretexto para boatos e disparates sobre tráfico de mulheres exploradas sexualmente, e esses boatos são pretextos para oprimir a prostituição. Esses boatos surgiram na Copa do Mundo de 2006 na Alemanha, na de 2010 na África do Sul e na Copa de 2014 no Brasil, e nada foi comprovado.

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This is a leaflet on safety at work made for sex workers by sex workers and organisations from five EU countries. The leaflet is available in Bulgarian, English, French, Polish, Portuguese and Spanish. The leaflet targets sex workers working in hotels, apartments, brothels, clubs, bars, massage parlours, saunas, sex shops, and other indoor venues. The leaflet is the result of our local experiences. It presents advice and tips related to safety at work, and information on sex work legislation in Bulgaria, France, Germany, Italy and Portugal.

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Este trabalho é um relato da experiência vivenciada, juntamente às mulheres trabalhadoras do sexo de duas casas noturnas de São Carlos, durante a realização de uma atividade de extensão.

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Em 1998, no Departamento de Metodologia de Ensino da Universidade Federal de São Carlos, um projeto com o título genérico de “Prevenção e Saúde” retomava um trabalho realizado em 1991 junto à profissionais do sexo de uma casa noturna de São Carlos. Comemoramos, neste ano de 2003, 5 anos de atividades. Como coordenadora do projeto e do grupo, retomo aqui, de forma bastante resumida, a história desse grupo, os resultados alcançados e os desafios que a ele se colocam.

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As mulheres profissionais do sexo (mps), usualmente denominadas como prostitutas, têm ocupado um lugar marginal e de destaque ao longo da história da humanidade (Roberts, 1998). Na história da prostituição, o que se vê é um ininterrupto esforço, bem sucedido, de controle e ao mesmo tempo exploração da prostituição, ora por parte do Estado, ora por parte da Igreja, ou ambos (Roberts, 1998). Ao colocá-las à margem e, sempre que possível, segregar as mps através de confinamento em casas, a intenção expressa pelos que assim agiam, era de colaborar para a proteção da família. Até recentemente, a maior parte dos programas de intervenção em saúde tratou as profissionais do sexo como potenciais vetores de doenças, especialmente da Aids, com ameaça à saúde dos homens e à segurança da família (MUSA, 2000). Este enfoque foi se deslocando e, atualmente, pelo menos em alguns programas, ele se volta para os riscos à que estão expostas essas mulheres, entre outros, os ocasionados por aqueles clientes que recusam o uso da camisinha, muitas vezes por meio de atitudes violentas.

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