Resources

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This is a leaflet on safety at work made for sex workers by sex workers and organisations from five EU countries. The leaflet is available in Bulgarian, English, French, Polish, Portuguese and Spanish. The leaflet targets sex workers working in hotels, apartments, brothels, clubs, bars, massage parlours, saunas, sex shops, and other indoor venues. The leaflet is the result of our local experiences. It presents advice and tips related to safety at work, and information on sex work legislation in Bulgaria, France, Germany, Italy and Portugal.

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Au Cambodge, les représentants de l’ordre sont souvent aussi ceux qui infligent certains des pires abus. Les travailleuses du sexe, en particulier, savent bien ce qu’il en est.

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Este trabalho é um relato da experiência vivenciada, juntamente às mulheres trabalhadoras do sexo de duas casas noturnas de São Carlos, durante a realização de uma atividade de extensão.

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Convention internationale sur la protection des droits de tous les travailleurs migrants et des membres de leur famille.

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Em 1998, no Departamento de Metodologia de Ensino da Universidade Federal de São Carlos, um projeto com o título genérico de “Prevenção e Saúde” retomava um trabalho realizado em 1991 junto à profissionais do sexo de uma casa noturna de São Carlos. Comemoramos, neste ano de 2003, 5 anos de atividades. Como coordenadora do projeto e do grupo, retomo aqui, de forma bastante resumida, a história desse grupo, os resultados alcançados e os desafios que a ele se colocam.

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As mulheres profissionais do sexo (mps), usualmente denominadas como prostitutas, têm ocupado um lugar marginal e de destaque ao longo da história da humanidade (Roberts, 1998). Na história da prostituição, o que se vê é um ininterrupto esforço, bem sucedido, de controle e ao mesmo tempo exploração da prostituição, ora por parte do Estado, ora por parte da Igreja, ou ambos (Roberts, 1998). Ao colocá-las à margem e, sempre que possível, segregar as mps através de confinamento em casas, a intenção expressa pelos que assim agiam, era de colaborar para a proteção da família. Até recentemente, a maior parte dos programas de intervenção em saúde tratou as profissionais do sexo como potenciais vetores de doenças, especialmente da Aids, com ameaça à saúde dos homens e à segurança da família (MUSA, 2000). Este enfoque foi se deslocando e, atualmente, pelo menos em alguns programas, ele se volta para os riscos à que estão expostas essas mulheres, entre outros, os ocasionados por aqueles clientes que recusam o uso da camisinha, muitas vezes por meio de atitudes violentas.

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Mentre si continuano a diffondere immagini vittimizzanti delle migranti che lavorano in Europa nell’industria del sesso, tante donne partono per propria scelta e trovano nella prostituzione e nelle altre offerte dell’industria del sesso opportunità di emancipazione o altre mete difficilmente raggiungibili in patria. *Ricerche in un luogo marginato: la geografia dell’esclusione *Le letture sui viaggi *Sradicate o mal situate? Questione di volontà e di ‘opzione’ *Il piacere dei margini *Construzioni sociali del ‘luogo’ delle prostitute *Gli ambienti come luoghi di lavoro *...

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La présente Note d’orientation a été conçue dans le but de fournir aux Coparrainants et au Secrétariat de l’ONUSIDA une méthode coordonnée et fondée sur les droits humains pour promouvoir l’accès universel à la prévention, au traitement, à la prise en charge et au soutien dans le contexte du commerce du sexe entre adultes. Dans un monde où la majorité des infections à VIH sont transmises par la voie sexuelle, les professionnel(le)s du sexe et leurs clients sont exposé(e)s à un risque accru de VIH, principalement en raison du nombre élevé de leurs partenaires sexuels. La vulnérabilité au VIH associée au commerce du sexe s’étend aux femmes, aux hommes et aux personnes transsexuelles. Si le lien entre commerce du sexe et vulnérabilité auVIH est reconnu depuis le tout début de l’épidémie, les enquêtes indiquent que les professionnel(le)s du sexe n’ont pas suffisamment accès aux services de prévention du VIH et on estime que leur accès à des services satisfaisants de traitement, de prise en charge et de soutien est encore plus limité. Jusqu’ici, la riposte au VIH n’a pas consacré suffisamment de ressources et d’attention aux actions entourant le problème duVIH et le commerce du sexe, moins de 1% des finances mondiales dédiées à la prévention duVIH allant à la solution de ce problème. Les données épidémio- logiques concernant les taux d’infection àVIH parmi les professionnel(le)s du sexe et leurs clients sont un reflet de l’échec de la réponse à leurs besoins en matière de droits humains et de santé publique. Des études récentes confirment, une fois encore, que dans de nombreux pays, les professionnel(le)s du sexe sont confronté(e)s à des taux plus élevés d’infection àVIH que la plupart des autres groupes de la population.